domingo, 23 de janeiro de 2011

[família] looooonge, mas EXISTE

Recém adultos ainda possuem família. Eu sei que é meio sádico, mas geralmente a família fica velha e morre. Ou a gente larga os pais num asilo. Algo assim.
Enfim, não é o meu caso. Ainda vivo com... quer dizer, próximo dos meus pais, e a minha família por parte de mãe ainda existe em Minas. Eu moro no Rio, e a distância é muito grande. Então não nos vemos com frequencia. Para ser mais exato, a última vez que os vi foi quando eu tinha 8 anos. Agora tenho 20.
É.
Faz muito tempo.
Enfim.

Nesse final de semana, meu primo Vinícius vai se formar em história, e convidou a família para sua formatura. Seria um momento perfeito para rever (reconhecer) todo mundo, e mudar um pouco o cenário.
Bom, viemos de táxi, porque de ônibus seria muito mais demorado. Ficou caríssimo, mas valeu a pena pelo tempo. Claro que viemos muito desconfortáveis, mas pelo menos meu violão veio seguro.
A cidade é linda. Bem exótica, cheia de sobes e desces (morros e ladeiras) e a UFV é muito cinematográfica. Curti demais.
Reconheci meus primos, o contato foi mais fácil do que eu pensei, tivemos um papo interessante, me reaproximei das minhas tias, da minha prima Carol (a menor rs), e saímos para beber e tal, enfim, foi fascinante. Nada como um bom programa de adulto. Com adultos. Eu disse adulto?

A formatura foi chique. Coloquei uma roupa à caráter, tirei altas fotos, conversei sobre assuntos de adulto como política, aquecimento global, desenvolvimento auto-sustentável e pobreza na áfrica, bebi vinho e comi espetinho de bacalhau. Tava uma bosta, mas na hora o carão fala mais alto.

Em suma, a viagem está sendo (ainda não voltei) muito boa. Vale a pena.
Uma dica ai seria passar mais tempo com a família. Invejo aqueles que tem a família perto.
É muito bom.

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