sábado, 14 de setembro de 2013

*vooosh*

Quanta poeira, credo. Não posto nada aqui há séculos. O motivo? Ahn, bom, vários. Fazem três anos que sou um recém adulto. Eu mesmo lendo o que eu mesmo escrevi é bizarro. To aqui, vendo Florence via streaming ali no cantinho pelo site da Multishow, do Rock in Rio que eu queria ter ido só pelo Muse, mas não fui pq eu tenho medo de multidão e outros mimis que eu tenho que me impedem de curtir essas experiências.
Eu sempre digo que só enfrentaria uma multidão se fosse para ver o Mika. Hahaha!
De qualquer forma, estou numa semana ruim, de obra intensa. Meu banheiro não existe, meu quarto tá uma merda pois os móveis foram montados errados, minha gata está doente e meu PC não é tão foda como eu achava quando o comprei.
Nesses ultimos dias fiz duas amizades muito especiais. Dois camaradinhas, um recém-guei e um hétero mente aberta, e gostaria de falar sobre isso agora.
Esse hétero me mostrou que existe esperança no mundo XD Encontrei nele um amigo que me atrevo a dizer que parece que o conheço há um tempo. Mal o conheço na verdade. Mas a simpatia dele me fez gostar dele gratuitamente. Isso foi bom.
Também conheci um amigo guei. Tá saindo do armário lentamente. Outra surpresa na minha vida chata. Esse menino com sotaque engraçado já entrou pro meu hall de grandes amigos.

Mas aí vem a frustração.
O motivo? Insegurança. Sempre. Faz parte de mim. Querer significar algo, querer ser algo, a necessidade que eu sempre tive de me encaixar em algum lugar. Só que o problema é esse, eu não me encaixo em lugar nenhum.

Esse texto não é pra ser depressivo, não mesmo. É pra ser qualquer coisa que eu queira dizer. Desde minhas ultimas experiências na faculdade (devastadoras) e todo o mais. Só queria escrever isso que sinto, e desejar que eu não caia na mesma armadilha escrota de novo. Eu quero aprender a sentir as coisas como elas realmente são.

E é com esse texto zuado que eu começo tudo de novo. Outro ciclo. Ou tentar, pelo menos né. Qualquer coisa serve. Sempre foi qualquer coisa. Vai continuar a ser. Esse aqui sou eu, pra quem quiser ler. Não ligo.
Vumbora fazenu